Atividade 1 Cristais de Sal
Dependendo do nível etário dos jovens, nesta atividade os pais e educadores podem explorar o processo de cristalização do sal, as formas dos cristais, as mudanças de estado como a evaporação da água e os processos de separação de misturas heterogéneas, como a filtração.
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Atividade 2 Vulcão de Sal
Esta atividade pode ser realizada na escola por crianças pequenas para pura diversão, mas no 1º ou no 2º ciclo pode usar-se para explorar ou aplicar os conhecimentos sobre a solubilidade de sólidos em líquidos e de líquidos em líquidos. Esta atividade também pode ser realizada no 3º ciclo, na disciplina de Ciências Físico-Químicas, como atividade motivadora para o estudo da densidade e da formação de misturas homogéneas e misturas heterogéneas.
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Atividade 3 Bonecos de Sal
Na escola, nos 2º e 3º ciclos, esta atividade poderá ser desenvolvida em Educação Visual. Numa perspectiva interdisciplinar, sugerimos que para os jovens do 3º ciclo se faça uma parceria entre o professor de Educação Visual e os professores de Ciências Físicas e Naturais.
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Atividade 4 Sais de Banho
Esta atividade poderá ser realizada na escola por jovens a partir dos cinco anos e do 1º ciclo do ensino básico ou em casa, por exemplo para servir de oferta no “Dia da Mãe” ou “Dia do Pai”. Pode também ser realizada por jovens de outros anos de escolaridade. A exploração da atividade pode ser feita de acordo com o nível etário dos jovens.
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Atividade 5 Dissolver o sal
O educador deve pedir a cada jovem que escreva ou que diga por palavras próprias o que pensa sobre a questão: “O que acontece ao sal quando o misturas com água?” Após o registo do que os jovens pensam realiza-se a atividade experimental. Para resolver este problema deve pedir-se aos jovens para sugerirem atividades que lhes permitam verificar que o sal ficou dissolvido na água.
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Atividade 6 É preciso mexer?
Com esta atividade pretende-se que os jovens reconheçam que o processo de dissolução é diferente do processo de agitação. Uma questão problema que poderá ser colocada aos jovens é: “Para dissolver o sal na água é preciso mexer?” O educador deve pedir a cada jovem ou que escreva ou que diga por palavras próprias o que pensa sobre esta questão. Após o registo do que os jovens pensam realiza-se a atividade experimental.
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Atividade 7 Sal grosso ou fino?
Nesta atividade pretende-se que os jovens verifiquem que o tempo de dissolução depende do tamanho dos cristais de sal. Nos 1º e 2º ciclos só se pretende que os alunos percebam que o sal fino se dissolve mais depressa que o sal grosso. No 3º ciclo pode-se explorar o tema da cinética de reações e concluir que a velocidade de dissolução é dependente do tamanho do grão de sal.
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Atividade 8 Podes dissolver o sal que quiseres num copo de água?
Esta atividade pode ser realizada na escola por jovens a partir do 3º ano do ensino básico, mas também pode ser realizada em casa. Pretende-se que os jovens verifiquem a existência de soluções saturadas e ainda que há materiais mais solúveis do que outros. Deve relacionar-se a existência de soluções saturadas com a solubilidade.
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Atividade 9 Que líquido dissolve mais sal?
Com esta atividade pretende-se que os jovens verifiquem que há outros solventes para além da água onde o sal tem uma solubilidade diferente. Deve relacionar-se a existência de soluções saturadas com a solubilidade.
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Atividade 10 Quanto sal existe na água do mar?
Esta atividade tem por finalidade determinar a massa de sal existente numa amostra de água do mar e pode ser realizada na escola por alunos dos 1º, 2º ou 3º ciclos do ensino básico podendo também ser realizada em casa. Os pais ou educadores devem fazer as adaptações que considerem necessárias, tendo em conta a faixa etária e os conhecimentos dos jovens que a vão realizar.
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Atividade 11 A argila do rio e da ria
Ao nível do 2º e 3º ciclos, estas atividades poderão ser desenvolvidas em Ciências da Natureza e Ciências Físicas e Naturais. Numa perspectiva interdisciplinar, sugere-se que para alunos do 3º ciclo se faça uma parceria entre os professores de Ciências Físicas e Naturais onde poderão, por exemplo, ser realizados modelos atómicos e moleculares e analisadas as propriedades das partículas coloidais
PDF da atividade 11
Atividade 12 Argila nas marinhas para quê?
Esta atividade pode inserir-se no programa de Ciências da Natureza do 7º ano de escolaridade. Sugere-se, que seja realizada individualmente. A diferença nos resultados obtidos, tendo em conta as duas fases propostas para o desenvolvimento da atividade, deve-se, exclusivamente, à presença da argila (variável introduzida).
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Atividade 13 A salicórnia e o junco: diferentes mas iguais
A marinha da Troncalhada é um exemplo de um ambiente xérico salino. O excesso de sal dificulta a absorção de água sendo responsável pela secura fisiológica. A observação de duas espécies vegetais da Troncalhada – Salicórnia e o Junco - tem a finalidade de explorar com mais pormenor algumas das suas adaptações à secura fisiológica.
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Atividade 14 Qual a densidade desta água?
Esta atividade pode ser desenvolvida nos diferentes ciclos do ensino básico e também pode ser realizada em casa. Na seção “Como explorar” que se apresenta destina-se a orientar os jovens na observação e no registo de dados ao longo da realização da atividade. Sugere-se que os pais/educadores chamem a atenção dos jovens para as maneiras corretas de determinar a massa e o volume.
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Atividade 15 Flutuar ou não flutuar eis a questão
Esta atividade pode ser desenvolvida nos diferentes ciclos do ensino básico e também pode ser realizada em casa. As duas últimas questões estão destinadas aos jovens a partir do 3º ciclo após terem adquirido conhecimentos sobre Forças. A seção “Como explorar” que se apresenta destina-se a orientar os jovens na observação e no registo de dados ao longo da realização da atividade.
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Atividade 16 Qual o efeito da radiação solar na evaporação da água?
Esta atividade pode ser desenvolvida nos diferentes ciclos do ensino básico e também pode ser realizada em casa com as necessárias adaptações de material. Pode ser explorada ao nível do 3º ciclo do ensino básico na disciplina de Ciências Físicas e Químicas para se aplicar conhecimentos sobre mudanças de estado e influência das posições relativas do Sol e da Terra na temperatura à superfície da Terra.
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Atividade 17 Sulfatos nesta água! Sim ou não?
Esta atividade pode ser realizada nas escolas pelos alunos a partir do 7º ano de escolaridade e tem como objetivos identificar a presença de ião sulfato dissolvido na água do mar ou de outra origem e observar a formação de precipitado (substância no estado sólido) e identificá-lo como uma fase sólida diferente dos reagentes.
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Atividade 18 Quanto sulfato existe nesta água?
Esta atividade pode ser realizada nas escolas pelos alunos a partir do 8º ano de escolaridade e tem como objetivos identificar a presença de ião sulfato dissolvido na água do mar ou de outra origem; observar a formação de precipitado e identificá-lo como uma fase sólida diferente dos reagentes; treinar a medição de massas e de volumes e introduzir de forma rudimentar a técnica analítica de determinação quantitativa baseada na gravimetria.
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Atividade 19 Quanto carbonato total existe numa água salgada?
Esta atividade pode ser realizada nas escolas pelos alunos a partir do 8º ano de escolaridade e é complementar da atividade “Quanto sulfato existe nesta água?”. Tem como objetivos identificar a presença de carbonatos dissolvidos na água do mar; observar a formação de precipitado e identificá-lo como uma fase sólida que pode ser uma mistura de sólidos diferentes; treinar a medição de massas e de volumes e introduzir de forma rudimentar a técnica analítica de determinação quantitativa baseada na gravimetria.
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Atividade 20 Qual a quantidade de halogenetos que existe na água do mar?
Esta atividade pode ser realizada nas escolas pelos alunos do ensino secundário na disciplinas de Física e Química e/ou de Química. A sua complexidade desaconselha a sua realização em casa visto que exige reagentes tóxicos. Pretende-se aplicar e desenvolver os conhecimentos dos jovens sobre reacções de precipitação, titulação de precipitação e sobre equilíbrio químico em sistemas heterogéneos sólido – solução aquosa.
PDF da atividade 20